As sanções decretadas contra Moscovo pelos norte-americanos e europeus no âmbito da crise ucraniana “não só não têm fundamento, como vão contra os princípios do G20 sobre uma cooperação no interesse de todos os países do mundo”, escreveu Vladimir Putin, num artigo publicado no jornal económico alemão Handelsblatt.

O chefe de Estado russo pediu “relações comerciais abertas, baseadas em normas e padrões uniformes”.

"O protecionismo está a evoluir para uma regra de conduta e as sanções unilaterais, decididas por razões políticas sobre investimento, comércio e, em particular, transferência de tecnologia, estão a tornar-se uma forma oculta" de protecionismo, sublinhou.

No final de junho, a UE estendeu por seis meses, até 31 de janeiro do próximo ano, as sanções contra a Rússia por falta de progressos na aplicação dos acordos de Minsk, que preveem uma trégua nos combates e um diálogo político entre os rebeldes pró-russos e o governo ucraniano.

Estas sanções económicas, juntamente com o colapso dos preços do petróleo, levaram a Rússia à mais longa recessão desde a chegada ao Kremlin de Vladimir Putin, em 2000, e o país começa agora a recuperar.

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