O reforço do patrulhamento prolonga-se até domingo e vai ser feito em coordenação com os meios de vigilância aéreos, adianta a Guarda Nacional Republicana (GNR).

A GNR, através das suas valências de Proteção da Natureza e Ambiente, territorial, investigação criminal, bem como do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), vai intensificar a vigilância nas zonas de maior risco de incêndio.

Na nota, a GNR relembra que o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios foi prorrogado até 15 de outubro devido às condições meteorológicas excecionais.

Nesse sentido, avança que é necessário continuar a adotar as medidas e ações especiais de prevenção de incêndios florestais, pelo que vai sensibilizar a população para as proibições nos espaços florestais e agrícolas em fazer queimas ou queimada, fumar, fazer lume ou fogueiras e lançar foguetes e balões de mecha acesa.

Segundo a corporação, até 15 de outubro é ainda proibido fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas, e a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de faúlhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.

Durante o reforço do patrulhamento, a GNR vai também transmitir à população para que ligue de imediato para o 112, em caso de incêndio, transmitindo de forma sucinta e precisa a localização, a dimensão estimada e a forma de acesso mais rápida ao local, e contactem de imediato as autoridades, se notar a presença de pessoas com comportamentos de risco.

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