No ano passado, a Google introduziu uma política de várias advertências para violações correntes, já que “uma experiência de utilizador segura está sempre no centro e em primeiro lugar no processo de tomada de decisão sobre os anúncios que as pessoas veem e o conteúdo que pode ser monetizado nas suas plataformas”.

É por essa razão que “milhares de ‘Googlers’ trabalham em contrarrelógio para impedir o uso mal-intencionado do nosso ecossistema de publicidade e torná-lo mais seguro para pessoas, empresas e editores de conteúdo” e, à medida que o ecossistema evolui, “as estratégias de desenvolvimento e de aplicação de políticas ajudam a evitar abusos, permitindo que as empresas alcancem novos clientes e prosperem”, adianta.

Assim, em 2021, a Google “adicionou ou atualizou mais de 30 políticas para anunciantes e editores de conteúdo, incluindo uma política que proíbe informações que contradigam o consenso científico consolidado em relação à existência e às causas das alterações climáticas e uma certificação para as companhias de seguros de saúde com sede nos EUA para permitir apenas anúncios vindos de intercâmbios governamentais, de fornecedores diretos e de corretores terceiros licenciados”.

Nesse sentido, no ano passado a Google “removeu mais de 3,4 mil milhões de anúncios, restringiu mais de 5,7 mil milhões de anúncios e suspendeu mais de 5,6 milhões de contas de anunciantes”, de acordo com o ‘Ads Safety Report de 2021’.

Além disso, bloqueou ou restringiu anúncios em mais de 1,7 mil milhões de páginas de editores de conteúdo e levou a cabo “medidas de fiscalização mais amplas em cerca de 63.000 ‘sites’ de editores de conteúdos”.

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