O Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira a proibição de qualquer transação com estas duas aplicações, que pertencem a empresas chinesas, dentro de 45 dias.

Em conferência de imprensa, o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Wengbin, acusou Washington de “colocar os seus interesses egoístas acima dos princípios do mercado e das regras internacionais”.

Os Estados Unidos “exercem uma manipulação política arbitrária e repressão, que só podem levar ao seu próprio declínio moral e danificar a sua imagem”, acrescentou.

O Presidente norte-americano falou de uma “emergência nacional” em relação à aplicação de vídeos TikTok, muito popular entre os adolescentes, mas que Trump acusa de estar ao serviço da espionagem chinesa.

O Presidente assinou um decreto semelhante contra a plataforma WeChat, que pertence ao gigante chinês Tencent. Na Bolsa de Valores de Hong Kong, as ações da Tencent afundaram mais de 6% após o anúncio.

Washington tem adotado uma política de rivalidade em relação à China em praticamente todas as frentes: comércio, competição tecnológica, a pandemia do novo coronavírus, direitos humanos ou a soberania do Mar do Sul da China.

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