No final de uma iniciativa no Museu da Farmácia, em Lisboa, interrogado se este é "um não caso", Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: "Foi esse o reconhecimento que foi feito, e eu aceito como bom, ao fim desde anos em que pude testemunhar a qualidade das pessoas".

Questionado sobre as críticas ao executivo por ter dois ministros que são cônjuges e outros dois que são pai e filha, o chefe de Estado começou por responder que desde que assumiu funções "a situação é exatamente a mesma" e vem do tempo do seu antecessor, Aníbal Cavaco Silva, que deu posse ao atual Governo.

"Já vinha da posse dada ao Governo pelo meu antecessor", frisou.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que "já naquela ocasião havia dois ministros que, pelo mérito próprio, sendo embora cônjuges, tinham assento no Conselho de Ministros [Eduardo Cabrita e Ana Paula Vitorino], e já havia um ministro e uma secretária de Estado que, pelo mérito próprio, eram pai e filha com assento em Conselho de Ministros [José António Vieira da Silva e Mariana Vieira da Silva, que agora passou a ministra]".

"Essa era a situação desde novembro de 2015 e que eu recebi em 09 de março de 2016, sempre entendendo que a escolha que foi feita - a proposta pelo senhor primeiro-ministro e a aceitação pelo senhor Presidente da República, meu antecessor - era baseada no reconhecimento da qualidade das pessoas", acrescentou.

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