Segundo um comunicado do Ministério da Administração Interna (MAI), esse transporte destinou-se às regiões de Lisboa, Faro, Setúbal, Sintra, Beja e Algarve e, na sexta-feira, ao aeroporto de Lisboa.

Os transportes realizados nesses cinco dias envolveram 154 elementos das forças de segurança, precisa o texto.

Os números avançados, comparados com os divulgados anteriormente, significam que na sexta-feira a GNR e a PSP conduziram quatro camiões de transporte de matérias perigosas, contra 43 na quinta-feira.

Dados do MAI divulgados na sexta-feira indicavam que, entre segunda e quinta, as forças de segurança tinham assegurado o transporte de combustível em 127 pesados.

A situação de alerta, decretada pelo MAI, vigora desde as 23:59 do dia 09 de agosto até às 23:59 do dia 21 de agosto em Portugal continental.

Os motoristas de matérias perigosas cumprem hoje o sexto dia de uma greve convocada por tempo indeterminado.

A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), que na quinta-feira cessou a paralisação, para reivindicar junto da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

Portugal está em situação de crise energética, decretada pelo Governo devido a esta paralisação para evitar que fossem afetados serviços essenciais à população.

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