De acordo com a mesma fonte, a greve “obriga a Metro do Porto a reduzir a oferta” aos clientes, estando previsto que a partir das 06:00 de quinta-feira, e até sexta-feira, haja uma redução das frequências em todas as linhas”, bem como “uma alteração dos horários”.

“A greve tem impacto na frota de veículos disponíveis para o serviço regular da operação comercial”, disse.

A Metro do Porto espera, contudo, um menor impacto na sexta-feira, devido à greve de professores.

Os trabalhadores da EMEF iniciaram na segunda-feira uma semana de luta, que inclui greves, manifestações e plenários em vários pontos do país.

“Esta semana de luta tem como objetivo a defesa de aumentos salariais, a resolução das situações de precariedade e a contestação da possibilidade de desmembramento da empresa”, afirmou à agência Lusa José Manuel Oliveira, coordenador da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS).

A EMEF é uma empresa pública, detida a 100% pela CP – Comboios de Portugal, que emprega cerca de 1.000 trabalhadores, que asseguram a manutenção do material circulante.

Em janeiro, a FECTRANS divulgou a intenção da CP de manter a EMEF a trabalhar apenas para a CP e de criar dois Agrupamentos Complementar de Empresas (ACE), um para a reparação do material do Metro do Porto e o outro para a reparação de material circulante de mercadorias.

A FECTRANS considera que a criação dos ACE abre a “porta à entrada de privados em dois setores importantes da EMEF”.

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