"Em consenso, o Conselho de Segurança Nacional recomendou ao presidente da Guatemala, Jimmy Morales, proibir a entrada em território nacional do senhor Iván Velásquez por considerá-lo uma pessoa que atenta contra a ordem e a segurança pública", indicou o governo guatemalense num comunicado.

Velásquez está nos Estados Unidos, para onde viajou na segunda-feira, para ter reuniões em Washington e Nova Iorque, confirmou o porta-voz da Comissão Internacional Contra a Impunidade na Guatemala (CICIG).

O documento oficial afirma que o ex-juiz colombiano afeta a "governabilidade, institucionalidade, justiça e paz no país".

Na sexta-feira passada, 31 de agosto, o governante, cercado por agentes da polícia e militares, surpreendeu a população ao anunciar que não renovará o mandato da CICIG, que o investiga por suposto financiamento ilícito nas eleições de 2015, nas quais foi eleito.

Durante a campanha, Morales prometeu estender até 2021 a validade da CICIG, que deve renovar seu mandato a cada dois anos.

A nota afirma que o presidente já informou o secretário-geral da ONU, António Guterres, da decisão de impedir o retorno de Velásquez à Guatemala.

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