O homem que esfaqueou até a morte um turista em Paris, perto da Torre Eiffel, no sábado, "assume e reivindica plenamente o seu gesto", informou, esta segunda-feira uma fonte próxima da investigação à AFP, especificando que "tudo sugere que ele agiu sozinho".

Armand Rajabpour-Miyandoab, um franco-iraniano de 26 anos que já tinha jurado lealdade ao Estado Islâmico, também afirmou durante a sua detenção que agiu em "reação à perseguição aos muçulmanos em todo o mundo".

Já no final de outubro, segundo a AFP, a mãe do agressor tinha mostrado preocupação com o comportamento do filho, após este ter sido libertado em 2020, depois de cumprir cinco anos na prisão.

"Houve claramente uma falha psiquiátrica. Os médicos consideraram em diversas ocasiões que ele estava melhor", afirmou também o ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, ao canal BFMTV.

De recordar que o ataque ocorreu perto da Torre Eiffel em Paris, França, na noite de sábado, numa altura em que Paris vai receber os Jogos Olímpicos em 2024 e o nível de alerta, também devido ao conflito entre Israel e Hamas, se encontra muito elevado.

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