Segundo a fonte, os meios dos bombeiros ainda permanecem no local em operações de rescaldo, depois de várias horas de combate ao fogo que afetou uma zona conhecida como Centro de Apoio à Criação de Empresas (CACE) do Vale do Sousa.

Na segunda-feira, quando decorria o combate às chamas, o comandante da corporação de Castelo de Paiva, Joaquim Rodrigues, disse à Lusa que a elevada quantidade de materiais inflamáveis nas instalações das empresas constituía a principal dificuldade no trabalho dos bombeiros, que chegaram a ter no local cerca de 170 efetivos, apoiados por 54 viaturas, de várias corporações da região.

Os bombeiros conseguiram salvar dois pavilhões, assinalou hoje fonte daquela corporação do distrito de Aveiro.

Fonte da Câmara de Castelo de Paiva disse hoje à Lusa que as empresas afetadas pelo incêndio representam cerca de 580 postos de trabalho, e estão ligadas aos setores do calçado, marroquinaria e panificação.

Para a manhã de hoje está prevista uma reunião da autarquia sobre a situação das empresas e dos trabalhadores com representantes do Instituto de Emprego e Formação Profissional, organismo que tutela o Centro de Apoio à Criação de Empresas.

As chamas foram detetadas cerca das 18:30 de segunda-feira num pavilhão industrial e pelas 22:00 o incêndio foi dado como dominado.

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