A empresa pública justifica, em comunicado hoje divulgado, que esta variação das tarifas para o próximo ano resulta da “evolução positiva do valor do Índice de Preços ao Consumidor sem Habitação”, que se fixou em 1,42%, segundo dados divulgados em outubro passado.

“A variação é maioritariamente de cinco cêntimos e em apenas 12 tarifas esta variação atinge os 10 cêntimos”, precisa a Infraestruturas de Portugal.

A revisão anual das taxas de portagem nas autoestradas entra em vigor a 01 de janeiro de 2018, de acordo com o respetivo contrato de concessão, que prevê a atualização com base na variação do índice de preços ao consumidor.

De fora ficam 340 troços de autoestrada, ou seja, 68% do total, cujos preços nas portagens não têm aumentos no próximo ano.

A título de exemplo, a Infraestruturas de Portugal assinala que “os preços das taxas de portagem da A21 (Ericeira-Venda do Pinheiro) não irão sofrer qualquer alteração em 2018”.

O método de atualização das portagens inclui um mecanismo de arredondamento das taxas para o múltiplo de cinco cêntimos mais próximo. Ou seja, se os aumentos forem inferiores a 2,5 cêntimos, a portagem manter-se-á inalterada. No entanto, se o aumento for superior a 2,5 cêntimos, há um arredondamento automático para cinco cêntimos.

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