Numa conversa telefónica com os dois dirigentes, Putin falou em “assassínios extrajudiciais de opositores”, “civis feitos reféns” e sua “utilização como escudos humanos” bem como a “colocação de armas pesadas em zonas residenciais, na proximidade de hospitais, escolas e jardins de infância”, segundo um comunicado do Kremlin.

O líder russo acusou ainda “batalhões nacionalistas” ucranianos de “perturbarem sistematicamente as operações de salvamento e de intimidar civis que tentam sair” das zonas de combate.

“Vladimir Putin exortou Emmanuel Macron e Olaf Scholz a exercerem a sua influência sobre as autoridades de Kiev para que ponham fim a estas ações criminosas”, acrescentou o Kremlin.

Macron e Scholz tiveram uma conversa telefónica com Putin, um dia após a cimeira europeia de Versalhes, indicara antes o Palácio do Eliseu.

A Rússia lançou a 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 564 mortos e mais de 982 feridos entre a população civil e provocou a fuga de cerca de 4,5 milhões de pessoas, entre as quais 2,5 milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

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