Outras pistas, são, no entanto, consideradas, incluindo uma avaria do sistema elétrico ou o início de incêndio relacionado com um cigarro mal apagado, explicou o Ministério Público em comunicado, antes de confiar a continuação das investigações a três juízes de instrução.

Estes juízes têm poderes de investigação mais amplos e, em particular, o poder de acusar eventuais responsáveis de negligência.

“Apesar de determinadas falhas (…) terem sido destacadas, as investigações realizadas” na fase preliminar, “não permitem, até ao momento, determinar as causas do incêndio”, explicou o procurador de Paris, Rémy Heitz.

Investigadores da brigada criminal realizaram “uma centena de audiências de testemunhas”, em particular trabalhadores, guardas e responsáveis de empresas que trabalham no local ou na diocese, “e numerosas constatações”.

O incêndio na catedral, em 15 de abril, provocou uma forte emoção e desencadeou um movimento de solidariedade para salvar e restaurar este local emblemático da capital francesa.

O monumento, classificado como património mundial pela Unesco, perdeu o seu pináculo, o telhado e parte da abóbada.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, comprometeu-se em recuperar o monumento num prazo de cinco anos.

Atualmente, apenas 9% dos 850 milhões de euros de promessas de doações foram entregues, em grande medida pelo facto de as grandes empresas e coletividades serem forçadas a subscrever contratos relacionados com o fornecimento das suas contribuições.

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