O monarca manifestou-se também determinado em “eliminar o grupo Estado Islâmico (EI) e todas as organizações terroristas, qualquer que seja a religião, confissão ou a sua ideologia”.

"O regime iraniano tem sido o ponta de lança do terrorismo global desde a revolução [do aiatolá Ruhollah] Khomeini", acusou o rei saudita diante do presidente norte-americano Donald Trump e os representantes de 50 nações muçulmanas, incluindo 37 chefes de Estado e de Governo.

Teerão "apoia os grupos e os movimentos terroristas como (o xiita libanês) Hezbollah, os huthis (rebeldes xiitas do Iêmen), Daesh (acrónimo árabe do autoproclamado Estado Islâmico, sunita), Al-Qaeda (sunita) e outros", acrescentou.

Ao comentar a luta contra os grupos extremistas, o rei Salomane disse ainda: "Estamos unidos para lutar contra as forças do mal e do extremismo (...), atuar contra o terrorismo sob todas as suas formas e esgotar as suas fontes de financiamento".

O reino sunita da Arábia Saudita é o maior rival do Irão xiita na região.

A visita de Donald Trump à capital saudita marca o início da sua primeira viagem ao estrangeiro como Presidente, um périplo com cinco paragens que o vão levar pelo Médio Oriente até à Europa. Trump é o primeiro Presidente norte-americano a escolher a Arábia Saudita — ou qualquer outro país de maioria muçulmana — para a sua primeira visita.

Trump deve deixar a Arábia Saudita na segunda-feira, dirigindo-se depois para Israel.

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