No total, noticia hoje a agência Efe, 110 escolas foram fechadas desde que começou a reabertura gradual do sistema educativo no início de maio, enquanto 16 mil estudantes e funcionários foram forçados a ficar duas semanas em casa para evitar a expansão do vírus.

As autoridades educativas de Israel estudam agora fórmulas para testar os milhares de pessoas em quarentena.

A maioria do milhão e meio de estudantes do país poderá celebrar festas de final do ano letivo, mas com limitações: só podem participar os alunos de uma mesma turma e os pais não poderão estar. As cerimónias de graduação não se realizarão.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, alertou recentemente a população para as dificuldades do desconfinamento, pediu precaução e avisou que, se os números continuarem a aumentar, o país poderá ter de voltar atrás em algumas medidas de reabertura.

Israel registou até hoje menos de 300 mortes e de 18 mil infetados com o novo coronavírus, que provoca a doença da covid-19, numa população de nove milhões de habitantes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 397 mil mortos e infetou mais de 6,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.474 pessoas das 34.351 confirmadas como infetadas, e há 20.807 casos recuperados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde, divulgado no sábado.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes.

FPA // MP

Lusa/fim

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