Depois de um dos confrontos mais graves desde a guerra de 2014 entre Israel e o Hamas, o movimento islâmico no poder em Gaza, uma frágil trégua foi introduzida na quinta-feira, por intermediação do Egito e da Organização das Nações Unidas (ONU), de acordo com uma fonte próxima das negociações, citada pela AFP.

Nenhuma confirmação oficial foi obtida por parte de Israel ou do Hamas, mas a situação acalmou desde então no enclave palestiniano e na periferia israelita.

“Estamos no meio de uma campanha contra o terrorismo em Gaza”, afirmou Netanyahu na abertura do Conselho de Ministros semanal.

“O nosso pedido é claro: um cessar-fogo total. Não ficaremos satisfeitos com menos”, disse.

A tensão entre palestinianos e israelitas aumentou na quarta-feira passada com o lançamento de 180 foguetes contra Israel, que provocaram cerca de 20 feridos israelitas, todos ligeiros.

O exército israelita respondeu, posteriormente, com o bombardeamento de mais de 150 objetivos militares do Hamas, provocando três mortos palestinianos: um miliciano, a sua mulher grávida e o filho de ano e meio de ambos.

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