O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, prometera uma resposta “forte” e “sólida” a estes ataques cometidos por dois palestinianos em Jerusalém Oriental, parte da Cidade Santa ocupada e anexada por Israel.

O gabinete de segurança israelita anunciou a revogação dos direitos de segurança social das “famílias de terroristas que apoiam o terrorismo”. E que na segunda-feira, em conselho de ministros, seria discutido um projeto de lei para revogar a essas famílias os “bilhetes de identidade israelitas”.

Netanyahu voltou ao poder em dezembro com o apoio de grupos judeus de extrema-direita e ultraortodoxos, sendo provável que estas medidas se apliquem principalmente aos árabes israelitas, palestinianos de nacionalidade israelita, e aos palestinianos com o estatuto de residentes de Jerusalém Oriental.

Na sexta-feira à noite, um palestiniano de 21 anos disparou contra transeuntes perto de uma sinagoga na zona de Neve Yaacov, matando sete pessoas antes de ser morto a tiro. No sábado de manhã, um palestiniano de 13 anos disparou e feriu dois israelitas em Silwan, perto das muralhas da Cidade Velha.

Nenhum dos ataques foi reivindicado.

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