“Tenho a certeza quase absoluta que essa questão não me vai ser colocada. Só não aposto porque é uma questão demasiado séria para fazer uma aposta sobre isso”, afirmou o deputado do PCP, numa entrevista à rádio pública.

Por duas vezes, afirmou que é “uma questão demasiado relevante para fazer apostas”, mas que, se o fizesse, apostaria que “é uma questão que não lhe será colocada” ou que “nunca será uma preocupação” que tenha de se colocar.

João Oliveira disse que no congresso de novembro de 2020 a liderança do partido “é uma das muitas matérias” que os comunistas terão de decidir e acrescentou: “Não está colocada a saída do meu camarada Jerónimo de Sousa ou o seu contrário.”

Há menos de dois meses, em entrevista ao Público e Rádio Renascença, em 17 de outubro, o líder parlamentar dos comunistas foi questionado sobre se se via no futuro como líder do PCP e respondeu: “Não. De todo, de todo.”

Tal como disse hoje à Antena 1, afirmou que a liderança é uma decisão a tomar “no momento certo”, em função de critérios que não se relacionam com resultados de eleições ou ciclos eleitorais.

E recordou que os estatutos do PCP preveem “até a possibilidade de não haver secretário-geral”, remetendo para uma direção coletiva.

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