Simone Schreiber, magistrada do Tribunal de Apelações TRF2, considerou que a detenção daquele que já foi considerado o homem mais rico do Brasil na sequência de um mandado emitido a pedido do Ministério Público Federal “violava a constituição (…) e o princípio da presunção de inocência”.

O advogado de Batista, citado pelo ‘site’ de notícias G1, disse que o seu cliente deve ser libertado ainda hoje.

A ação que levou à detenção do empresário, denominada Segredo de Midas, teve como objetivo encontrar provas relacionadas com manipulação de mercado de capitais e lavagem de dinheiro e ocorreu após a recém-homologada delação premiada do banqueiro Eduardo Plass.

Eike Batista já tinha sido detido em janeiro de 2017, por alegada corrupção ativa e lavagem de dinheiro, tendo sido libertado quatro meses depois. O empresário foi condenado a 30 anos de prisão, mas continuava em liberdade.

A operação Lava Jato é a maior operação de combate à corrupção no Brasil, nomeadamente de esquemas que envolvem empresas públicas, como a petrolífera Petrobras.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.