“Pedi recursos técnicos porque hoje me está a faltar um ‘scanner’, está a faltar uma impressora, faltam elementos que facilitem a reprodução dos documentos”, disse, em entrevista à Radio Nacional Argentina, citada pela agência EFE.

Marta Yáñez referiu que o seu caso ganhou notoriedade devido ao desaparecimento do submarino no dia 15 de novembro, mas que está é uma necessidade que existe em “todos os tribunais” do país.

“Estou a investigar a reconstrução de tudo o que precedeu a saída do submarino da ARA San Juan para Ushuaia e de Ushuaia até a última comunicação para determinar se há algum facto reprovável em termos criminais e algum autor ou autores”, afirmou.

A magistrada referiu que solicitou ao Conselho da Magistratura recursos técnicos para investigar o caso, mas que ainda não obteve qualquer resposta.

Paralelamente à investigação do desaparecimento do submarino, a própria Armada Argentina, argumentou a magistrada, iniciou um processo administrativo para determinar se “alguém cometeu uma falha administrativa ou uma infração disciplinar ou de outra natureza”.

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