"Pelo que sabemos, as cadeias de televisão decidiram não mostrar esta horrível tragédia. Só posso expressar a minha solidariedade para com esta decisão", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov.

Uma mulher foi detida na segunda-feira em Moscovo depois de decapitar uma menina de quatro anos e de incendiar o apartamento em que se encontravam. O corpo da criança, com indícios de morte violenta, foi encontrado posteriormente.

Várias testemunhas mencionaram que a mulher, que seria ama da criança, teria ameaçado fazer explodir uma bomba, antes de ser presa, mas a TASS esclareceu que a suspeita não tinha explosivos em seu poder.

"Ela tirou a cabeça de um saco enquanto andava pela rua aos gritos. Ninguém se aproximou porque estava com medo", contou uma testemunha.

A mãe da criança foi hospitalizada em estado de choque. Segundo a Lifenews, uma cadeia de televisão conhecida pelas suas relações com os serviços secretos, a ama chama-se Gultchekhra Bobokulova.

A Interfax assegura, por sua vez, que a mulher é oriunda do Uzbequistão, ex-república soviética da Ásia Central, de maioria muçulmana, e segundo vários testemunhos, gritou "Alá é grande" quando foi presa.

O caso mobilizou os moscovitas, que nesta terça deixaram flores, brinquedos e doces na estrada da estação de metro de Oktyabrskoye Pole, onde foi feita a detenção.

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