“Se houver denúncia, o que significa um conjunto de provas eventualmente que possam conduzir ao seu acolhimento, o ministro que estiver denunciado será afastado provisoriamente”, disse o Presidente.

“Depois, se acolhida a denúncia e aí sim a pessoa, no caso o ministro, for transformado em réu, o afastamento é definitivo. O Governo não quer blindar [proteger] ninguém”, afirmou.

A declaração acontece dias após a nomeação de Moreira Franco, um aliado do Presidente que foi citado por delatores da operação Lava Jato, para o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.

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