A pandemia da Covid-19 afetou o setor e as receitas das vendas dos Jogos Sociais sofreram, segundo a Santa Casa, “uma quebra muito significativa face ao período homólogo", na ordem dos 40%.

Tendo em conta a natureza social da instituição, a Santa Casa diz que se verificou “um aumento substancial e não planeado da despesa", em cerca de 30%, "devido às inúmeras solicitações, no sentido de dar resposta às necessidades sociais consequentes da Covid-19”.

A Santa Casa teve em 2019 o “segundo melhor resultado líquido dos últimos anos”. Os rendimentos globais da atividade dos Jogos Santa Casa desse ano atingiram os 880 milhões de euros, face a 837,5 milhões de euros em 2018.

“As vendas subiram em todas as categorias de jogos, sendo que a Lotaria Instantânea se manteve como o jogo mais vendido”. A Santa Casa justifica os rendimentos também com a evolução do jogo Placard, que passou a representar 18,9% do total de vendas.

Nesse ano, os Jogos Sociais do Estado atingiram os 3.360 milhões de euros em vendas brutas – um crescimento que se tem registado ao longo dos anos. Desse montante foram devolvidos à sociedade 3.265 milhões de euros. Foram destinados 784 milhões de euros ao financiamento de "boas causas", mais 34 milhões de euros do que o registado em 2018 - um acréscimo de 4,5%.

Em comunicado, a Santa Casa diz que os “resultados sólidos e consolidados de 2019 (…) permitiram à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa responder de forma adequada às exigências que o tempo atual veio colocar”.

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