O prazo encerrou na segunda-feira e das mais de 106 mil candidaturas "foram consideradas elegíveis até ao final da manhã desta quarta-feira mais de 26 mil candidaturas, que representam um apoio de 43,7 milhões de euros", avança o Ministério do Ambiente e Ação Climática, em comunicado.

Fonte oficial explicou que as restantes candidaturas estão em análise.

Segundo a informação, para responder à "elevada procura" registada "a dias do encerramento", a dotação foi aumentada em 21 milhões de euros, para 96 milhões de euros.

"O aumento da dotação vai abranger as candidaturas consideradas elegíveis e submetidas até às 23:59 de 02 de maio, sendo as prioridades atuais a análise e a avaliação, com celeridade, das candidaturas submetidas para efetuar o pagamento daquelas que forem consideradas elegíveis e, posteriormente, reavaliar o programa", explica o gabinete liderado pelo ministro Duarte Cordeiro.

Das candidaturas elegíveis, as tipologias mais solicitadas para apoio foram: painéis fotovoltaicos, janelas mais eficientes e bombas de calor.

O programa é financiado pelo Fundo Ambiental com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e permite, segundo o ministério, melhorar o desempenho ambiental e energético dos edifícios de habitação, permitindo às famílias a possibilidade de aumentar o conforto térmico e reduzir a fatura energética das suas habitações.

"Através desta medida, o cidadão torna-se um aliado na melhoria do desempenho energético e no combate à pobreza energética do edificado habitacional, ao ser um agente ativo para a resiliência climática, contribuindo para os objetivos nacionais da descarbonização", destaca o gabinete.

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