"A ideia é que ele fique mais um dia sob vigilância. Mas ele já quer sair. Já discutimos com os outros médicos, que também acham que ele pode sair. A minha ideia é que permaneça mais um dia no Hospital" disse o médico de Maradona à saída da clínica em Olivos, nos arredores de Buenos Aires, onde o astro argentino foi operado.

Leopoldo Luque acrescentou que a recuperação de Maradona está a ser excelente, conforme os resultados das radiografias demonstram, e que está a tentar segurá-lo um pouco mais no hospital para realizar os exames pós-operatórios recomendados.

Um dia após a intervenção cirúrgica, o médico que o operou assegurou que não teve complicações neurológicas em consequência da intervenção cirúrgica e qualificou como surpreendente a recuperação do antigo capitão da seleção argentina que foi hospitalizado na última segunda-feira em La Plata, 60 quilómetros ao sul de Buenos Aires, devido a anemia e desidratação, tendo os exames a que foi sujeito revelado a presença de um hematoma subdural.

A vida de Diego Maradona foi marcada por muitos problemas de saúde decorrentes da sua vida de excessos, em 2000 teve um ataque cardíaco após uma overdose de drogas durante umas férias em Punta del Este, no Paraguai, a que se seguiu um longo processo de cura em Cuba, em 2004, numa altura em que pesava mais de 100 quilos, sofreu outro enfarte em Buenos Aires, e chegou a ser submetido a uma cirurgia de estômago para perder peso.

A par do brasileiro Pelé, que completou 80 anos em outubro, Maradona é considerado um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.

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