O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falava perante o primeiro-ministro, António Costa, na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, em Lisboa, numa cerimónia em que recebeu cumprimentos de boas festas por parte do Governo.

Antes de discursar, o chefe de Estado ouviu o primeiro-ministro manifestar empenho em prosseguir “a forma irrepreensível como a solidariedade institucional se tem manifestado” entre Presidente da República e Governo.

Marcelo Rebelo de Sousa não usou a expressão “irrepreensível”, mas disse concordar com António Costa e considerou que “a solidariedade institucional durante este ano de 2017, também nas relações entre o Presidente da República e o Governo, correu bem”.

“E só podia correr bem. Decorre da lógica da Constituição, pelo menos, da minha leitura da Constituição, que a solidariedade institucional tem de correr bem. É a Constituição que o impõe e tem de correr bem e correrá bem até ao fim do meu mandato, nesta legislatura e na próxima legislatura”, acrescentou.

Em seguida, o Presidente da República sustentou que, ao longo deste ano, “o povo português deu sinais de que gostava da solidariedade institucional”, referindo: “Podia não gostar, mas gosta”.

“Sente-se seguro e sente-se confiante com a solidariedade institucional. Depois, gosta da estabilidade política”, defendeu.

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