“Perante este terrível fenómeno, e para que unidos consigamos reduzir a dor das vitimas e dos que perdemos, devemos continuar a investir no trabalho de todos os operacionais que estão na linha da frente da prevenção e ação no combate ao terrorismo”, lê-se no pequeno texto de Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado português sublinha que só com a união de todos se pode tentar conseguir “impedir” a “proliferação” do terrorismo, bem como o apoio às vítimas”, além de “sociedades melhor estruturadas e integradas, para bem de todos, para bem dos valores democráticos”.

Rebelo de Sousa visou “homenagear todas as vítimas de atentados terroristas, as que nos deixaram e as que vivem com sequelas físicas e psicológicas, mas também dirigir uma palavra de forte apoio aos seus familiares e amigos”.

Hoje, 11 de março, passam 15 anos sobre as trágicas explosões de estação ferroviária de Atocha, em Madrid, que mataram 193 pessoas e provocaram ainda cerca de 2.000 feridos, num conjunto de ações de uma célula terrorista inspirada na organização extremista Al-Qaeda.

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