“Não há nada de irreversível em decisões como a que estamos a falar”, começou por responder Marcelo quando questionado sobre quem irá perder mais com o ‘Brexit’, se o Reino Unido ou a União Europeia (UE).

O Presidente português, entrevistado no programa “Os Europeus”, em Florença, Itália, na quinta-feira, na conferência anual organizada pelo Instituto Universitário Europeu de Florença sobre o “Estado da União”, disse estar “moderadamente otimista” sobre o andamento das negociações entre Bruxelas e Londres.

Aliás, Marcelo considerou “positivo, muito positivo” o acordo já estabelecido quanto ao estatuto dos europeus no Reino Unido e dos britânicos na UE, em que se incluem milhares de portugueses.

“Importa ao Reino Unido encontrar a melhor solução possível para o Reino Unido, mas também para a Europa”, frisou.

Sobre o anunciado encontro entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jon-un, o chefe do Estado espera que se realize “e corra bem”.

“Pode ser um exemplo de como não avançamos para a guerra fria. O mundo precisa de sinais de distensão, sinais de paz e diálogo, não precisa de sinais de guerra, ou de tensão ou de escalada mesmo que seja meramente verbal”, disse.

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