A proibição aconteceu a 21 de janeiro, depois de o Alto Conselho para a Saúde Pública francês ter considerado que as máscaras fabricadas de forma artesanal não protegem os seus portadores contra as novas mutações do vírus, mais contagiosas.

“Todas as máscaras cujo poder de filtração é de 90% continuam a ser válidas. Quase todas as máscaras industriais em tecido têm uma filtração superior a 90%. No entanto, a máscara artesanal que fazemos em casa não apresenta as garantias necessárias”, explicou o ministro Olivier Véran em declarações à rádio France Inter.

Também o protocolo sanitário para as empresas vai adaptar-se nos próximos dias, não permitindo que os trabalhadores utilizem máscaras em tecido que não sejam categoria 1.

A utilização de máscaras artesanais não leva, para já, a qualquer multa, já que é impossível para as forças de autoridade garantirem que uma máscara em tecido filtra ou não acima dos 90%.

A proibição das máscaras fabricadas de forma artesanal é contestada pela Academia de Medicina francesa que considera “não haver prova científica” contra esse tipo de máscaras desde que usadas corretamente.

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