A busca concentra-se na área em que um corpo foi observado um dia depois da erupção.

Os mergulhadores trabalham em condições difíceis e perigosas porque existe o risco de uma nova erupção e a visibilidade é reduzida. "De entre zero e dois metros", afirmou o vice-comandante da polícia, John Tims.

Seis corpos foram ontem recuperados numa operação arriscada realizada por unidades de elite do exército da Nova Zelândia.

Um total de 17 feridos estão internados nas unidades de queimados de hospitais neozelandeses, 13 em estado crítico, depois das autoridades australianas terem repatriado 11 dos seus cidadãos feridos.

Muitas destas pessoas têm queimaduras em mais de 80% do corpo e lesões internas devido à inalação de gases.

O Whakaari entrou em erupção na segunda-feira à tarde quando 47 pessoas – entre eles australianos, britânicos, neozelandeses, norte-americanos, malaios e chineses – visitavam a ilha privada.

Os cientistas consideram que há entre 35% e 50% de possibilidades de uma nova erupção na ilha.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou que um minuto de silêncio será respeitado na segunda-feira, no mesmo horário da erupção do vulcão de White Island

"Vamos expressar a nossa tristeza pelos falecidos e o nosso apoio a suas famílias e amigos", declarou a chefe de Governo.

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