“Eu sinto-me bem”, sublinhou a chefe do Governo alemão na sua habitual conferência de imprensa.

No passado dia 10 de julho, a chanceler alemã já tinha assegurado que estava “muito bem”, após ter sofrido uma nova crise de tremores numa cerimónia oficial no exterior da chancelaria, em Berlim, quando recebia o primeiro-ministro da Finlândia, Antti Rine.

O episódio foi o terceiro do género, depois dos ocorridos a 18 e a 27 de junho, e, como nos anteriores, os tremores, desta vez menos intensos, passaram assim que a chanceler alemã começou a andar.

Angela Merkel indicou ainda que está consciente da sua responsabilidade como chanceler e que “pode exercer essa função”.

“Eu disse que 2021 será o fim do meu trabalho político e espero que haja uma vida depois disso – e eu gostaria de levá-la em boa saúde”, acrescentou Merkel que celebrou 65 anos na quarta-feira.

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