Segundo conselheiros presentes, esse assunto foi tratado logo no início na reunião, ainda antes do discurso do presidente do PSD, Rui Rio, a defender a moção de confiança à sua direção.

A presença de Luís Montenegro tinha sido defendida pelos seus apoiantes e o vice-presidente da mesa do Conselho Nacional Almeida Henriques apresentou há dois dias um pedido nesse sentido.

O presidente da Mesa, Paulo Mota Pinto, argumentou que, não tendo recebido do próprio um pedido para ser ouvido, nem sequer se iria pronunciar.

O antigo líder parlamentar do PSD Luís Montenegro disse hoje à Lusa estar a “menos de meia dúzia” de minutos a pé do hotel onde decorre o Conselho Nacional do partido, estando disponível para aí falar “se fosse convidado”.

Montenegro disse estar a trabalhar no seu escritório, no Porto, no Mercado do Bom Sucesso, que fica “a meia dúzia de minutos a pé” do hotel na Avenida da Boavista.

O Conselho Nacional do PSD está reunido desde cerca das 17:40 para debater e votar uma moção de confiança política à direção, apresentada pelo presidente do partido, Rui Rio, depois de Luís Montenegro ter desafiado o líder a convocar diretas.

Rio rejeitou o repto de antecipar as eleições – completou no domingo metade do seu mandato, um ano – mas pediu ao órgão máximo do partido entre Congressos que renovasse a confiança na sua Comissão Política Nacional.

De acordo com os estatutos do PSD, “as moções de confiança são apresentadas pelas Comissões Políticas e a sua rejeição implica a demissão do órgão apresentante”.

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