Num comunicado publicado na sua página no Facebook, a empresa dá ainda conta de que o acesso ao túnel da Rotunda de Santo Ovídio continua condicionado.

“Este condicionamento deve-se à realização das obras de prolongamento da Linha Amarela (D) do Metro do Porto até Vila D’Este e, em concreto, aos trabalhos de construção do novo viaduto”, clarifica a transportadora.

Na cerimónia de consignação das obras das linhas Rosa e Amarela, que decorreu em 16 de março nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, o presidente da Metro do Porto, Tiago Braga, anunciou que os trabalhos “decorrerão durante três anos”, até 2024.

Com quatro novas estações subterrâneas e um percurso em túnel de quase três quilómetros, a Linha Amarela tem o cunho de dois prémios Pritzker (considerados o Nobel da Arquitetura), uma vez que Eduardo Souto Moura é o responsável pelos projetos das novas estações, sendo que a de São Bento é assinada em parceria com Álvaro Siza Vieira.

Está em desenvolvimento a empreitada de extensão desta linha, que atualmente cruza o rio Douro através da ponte Luís I, partindo do Hospital de São João, no Porto, até Santo Ovídio, em Vila Nova de Gaia.

A empreitada de expansão da Linha Amarela para sul acontecerá através de um viaduto sobre a autoestrada, sendo que depois a linha entrará num túnel até chegar à futura estação Manuel Leão, em Gaia, onde servirá a Escola EB 2-3 Soares dos Reis e o Centro de Produção da RTP no Monte da Virgem.

De seguida, a linha volta à superfície até à estação do Hospital Santos Silva, uma das unidades do Centro Hospital de Vila Nova de Gaia/Espinho, partindo para a urbanização de Vila D'Este, que tem mais de 15 mil residentes.

A obras de prolongamento da Linha Amarela e a construção da Linha Rosa representam no total um acréscimo de seis quilómetros e sete estações à rede de metro do Porto e um investimento total superior a 400 milhões de euros.

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