Aquele estabelecimento prisional foi construído em 1905 e atravessou o século XX com sucessivas histórias de brutalidade e de detenções políticas, sendo agora encerrado, por decreto presidencial, para dar lugar ao centro cultural Muros de Água Jose Revueltas, adotando o nome do escritor e ativista político e do romance que escreveu quando esteve lá preso.

Dos cerca de 600 reclusos “de baixa perigosidade” que ainda permanecem naquela prisão, 200 serão libertados e os restantes serão transferidos para outros estabelecimentos.

“Estes modelos de punição devem desaparecer. Não esqueçamos que um dos dirigentes mais importantes do nosso tempo, Nelson Mandela, esteve 27 anos preso e na maior parte do tempo foi recluso numa ilha”, afirmou o Presidente mexicano numa conferência de imprensa.

Segundo Andres Manuel Lopez Obrador, o objetivo é que a ilha seja desfrutada no futuro por crianças e jovens, com um centro cultural vocacionado para o “conhecimento sobre o meio ambiente e a natureza”.

Esta é a única ilha-prisão ainda em funcionamento no continente americano, depois de o Panamá ter encerrado o complexo penal da ilha Coiba em 2004.

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