Numa nota divulgada no ‘site’ da presidência, o chefe de Estado apontou que o antigo ministro das Finanças, que morreu hoje aos 67 anos, é “dotado de uma inteligência fulgurante” e “cedo se destacou como um dos mais prestigiados economistas portugueses da sua geração”.

Marcelo Rebelo de Sousa considerou que “Portugal perdeu hoje uma voz livre e independente, um académico notável e uma personalidade excecional, que em todos nós deixará uma indelével recordação”.

“Pessoalmente, perdi um grande amigo de há mais de cinquenta anos”, referiu o Presidente.

O economista Miguel Beleza, ministro das Finanças do XI Governo Constitucional liderado por Cavaco Silva (PSD), morreu hoje em Lisboa aos 67 anos, disse à Lusa fonte próxima da família.

De acordo com a mesma fonte, Miguel Beleza foi vítima de paragem cardiorrespiratória.

“Ao tomar conhecimento do falecimento do professor doutor Miguel Beleza, envio à família enlutada as minhas mais sentidas condolências”, lê-se na página da internet da Presidência da República.

Marcelo Rebelo de Sousa apontou ainda que “a essa inteligência”, Miguel Beleza “associava um admirável espírito de independência, e um profundo sentido de dedicação ao seu país”.

“No exercício dos mais altos cargos no plano internacional e nacional, designadamente como ministro das finanças e como governador do Banco de Portugal, sempre colocou as suas qualidades intelectuais e humanas ao serviço patriótico de Portugal, sonhando com uma sociedade mais desenvolvida, mais livre e mais justa”, acrescentou o antigo líder do PSD.

O chefe de Estado apontou que “a sua morte prematura deixa mágoa e tristeza nos que tiveram o privilégio de o conhecer e de com ele privar de perto, admirando a sua sagacidade, o seu sentido de humor e o seu apreço pelo convívio com os outros”.

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