O advogado e fundador do PSD Miguel Veiga morreu hoje, no Porto, vítima de doença.

Numa nota, o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, “exprime o seu mais profundo pesar com tão significativa perda”, considerando que “Miguel Veiga foi uma incontornável personalidade na história da democracia portuguesa pela sua permanente intervenção cívica, pessoal e profissional”.

“Lutou pelos valores democráticos e por uma imprensa livre e forte, exercendo uma ação cultural exemplar, no seu país e na sua cidade”, refere o mesmo comunicado, no qual são enviadas as mais sentidas condolências à família.

A Câmara do Porto anunciou que decretou três dias de luto municipal pela morte de Miguel Veiga, cujo funeral se realiza às 15:00 de terça-feira, no cemitério de Agramonte, no Porto.

Miguel Veiga nasceu no Porto a 30 de junho de 1936 e a sua dedicação à cidade permaneceu ao longo dos anos, bem evidente na ideia que defendia de que o seu “sotaque de ser é portuense”.

Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1959, ocupou o cargo de vice-presidente do partido e foi deputado da Assembleia Constituinte, não tendo nunca aceitado ser ministro.

O “ilustre do Porto” manteve-se sempre ligado à cidade e esta agradeceu-lhe: em 2007 com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro e em 2015 com a Medalha de Honra da Cidade.

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