Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), está indiciado que os arguidos, que exerciam funções para empresas privadas, incumbidas pelo Estado de proceder à atividade de distribuição e manutenção da rede de gás natural, entre março de 2011 e novembro de 2013, ao detetarem anomalias, encaminharam centenas de utentes, a troco de recompensas monetárias, para duas empresas, angariando clientes ilicitamente para estas, em detrimento das demais existentes no mercado.

Os arguidos ficaram sujeitos às obrigações do Termo de Identidade e Residência (TIR).

O inquérito foi dirigido pela 9ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, com a coadjuvação da Polícia Judiciária.

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