“Neste momento de menor pressão sobre os cuidados de saúde, é notória já a recuperação. Nos primeiros quatro meses deste ano, a nível hospitalar, observou-se um aumento de 450 mil consultas e 40 mil cirurgias, face ao período homólogo”, afirmou Marta Temido, que falava durante a sessão de abertura do Congresso Nacional da Ordem dos Médicos, que decorre em Coimbra.

A ministra salientou que esse aumento leva a que os níveis já estejam “muito próximos” dos de 2019, antes da pandemia de covid-19.

Também nos cuidados de saúde primários, há um aumento face a 2020, tendo sido realizadas 12,1 milhões de consultas médicas não urgentes, referiu.

“Precisamos e contamos com todos para continuar este caminho”, frisou Marta Temido.

A ministra da Saúde destacou ainda a necessidade de recuperar a atividade assistencial, recordando que foram aprovados mecanismos de incentivo financeiro para a realização de atividade assistencial adiada.

Esses incentivos, a nível hospitalar, “já permitiram recuperar mais de 82 mil primeiras consultas e 30 mil cirurgias”, apontou.

Segundo a responsável, esse regime de inventivos foi alargado aos cuidados de saúde primários, que poderá iniciar a sua atividade ao abrigo desse regime no mês de junho.

Durante a sua intervenção, a ministra aproveitou também para elogiar o esforço dos profissionais de saúde, nomeadamente os médicos, assim como da ciência na resposta à pandemia.

Com o tema “A Ciência em Tempo de Pandemia”, o 23.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos reúne, até quinta-feira, em Coimbra, cerca de 1.800 congressistas e mais de 200 oradores em 61 sessões de trabalho.

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