“Infelizmente, nos casos que ontem [segunda-feira] ocorreram, ou porque de todo [o socorro] foi impossível, ou porque de todo não estava em causa sequer a possibilidade de salvar, perderam-se vidas”, lamentou o ministro, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao polo do Porto do Hospital das Forças Armadas.

Quatro pessoas morreram por afogamento na segunda-feira em praias portuguesas, designadamente uma mulher de nacionalidade austríaca, de 66 anos, numa praia da Póvoa de Varzim, um casal de espanhóis, na Nazaré, e um português, que morreu afogado depois de tentar salvar um casal numa praia da Costa da Caparica.

Azeredo Lopes realçou que “o único apelo a fazer é o de que, de facto, as pessoas tenham cuidado”.

“Ir ao mar e estar próximo do mar envolve riscos que é preciso respeitar”, sustentou, recordando ainda a frase “há mar e mar, há ir e voltar”.

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