O encontro foi anunciado na quinta-feira, depois do Governo ter declarado o estado de calamidade pública, com efeitos preventivos, face à previsão do agravamento nos próximos dias do risco de incêndio.

“Face à previsão do agravamento, nos próximos dias, em particular no fim de- emana, do risco de incêndio muito elevado e máximo, com especial incidência nos distritos do interior das regiões do Centro e Norte e alguns concelhos do distrito de Beja e sotavento algarvio, o Governo, por despacho do Primeiro Ministro e Ministra da Administração Interna, vai declarar o estado de calamidade pública com efeitos preventivos naquelas zonas do território nacional”, lia-se numa nota divulgada pelo gabinete do primeiro-ministro ao final da manhã de quinta-feira.

Na nota era ainda anunciado a reunião entre o primeiro-ministro, a ministra da Administração Interna, o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, o comandante geral da GNR, o comandante nacional de operações de socorro e o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses “tendo em vista a mobilização máxima de meios e pré-posicionamento nas zonas de maior risco”.

Calamidade pública prevê regime especial de contratação pública
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No comunicado era indicado que o Governo vai também ouvir “os presidentes de Câmara daqueles territórios tendo em vista a identificação de outras medidas que devam ser adotadas com caráter preventivo”.

A declaração de calamidade pública está prevista na lei de bases da Proteção Civil, podendo ser declarada "face à ocorrência ou perigo de ocorrência" de acidente grave ou catástrofe, e inclui um "regime especial de contratação pública de empreitadas de obras públicas, fornecimento de bens e aquisição de serviços".

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