Em comunicado enviado à agência Lusa, a autarquia explica que a vegetação e detritos ali acumulados "impedem a livre circulação das águas e provocam o assoreamento do leito abandonado", um troço com cerca de seis quilómetros de extensão, entre a localidade de Casal Novo do Rio e a estação de bombagem do Foja - junto à povoação de Ereira - onde este canal se reencontra com o leito principal do Mondego.

A ação de limpeza "visa promover a adaptação às alterações climáticas, bem como a prevenção e gestão de riscos de cheia", e permite que a margem direita do leito abandonado fique "ainda mais acessível, possibilitando a realização de passeios na natureza".

A empreitada representa um investimento superior a 355 mil euros e está incluída "numa operação mais alargada", orçada em 411 mil euros, financiada a 75% por verbas do Fundo de Coesão europeu, na sequência de uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

O município de Montemor-o-Velho recorda, na nota de imprensa, que, a par da ação de limpeza do leito abandonado no Mondego, tem em curso a reabilitação da passagem hidráulica no pontão do Choupal e a construção de uma passagem hidráulica entre a bacia da estação de bombagem de Formoselha e a pista do Centro Náutico local.

"As intervenções que se encontram a decorrer vão permitir diminuir o risco de cheias/inundações e minimizar os seus efeitos junto das populações, assim como valorizar o leito abandonado do rio Mondego, nomeadamente a frente ribeirinha na sede do concelho", reafirma.

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