O Exército maliano indicou também, na quinta-feira, que uma investida conduzida na quarta-feira em conjunto com a força francesa Barkhane permitiu a libertação de dois reféns, funcionários de uma organização não-governamental (ONG), na região de Mopti, no centro do país.

De acordo com o Estado-Maior das Forças Armadas francesas, “muitos terroristas foram postos fora de combate” naquela região.

O Ministério da Defesa do Mali referiu, em comunicado, que a ofensiva permitiu “neutralizar mais de uma dezena de terroristas”.

Em 20 de janeiro, a base da Minusma em Aguelhok foi alvo de um “ataque complexo” levado a cabo por numerosos terroristas que chegaram de surpresa, a bordo de vários veículos armados.

Destacada desde 2013, depois de o norte do Mali ter caído sob a influência de ‘jihadistas’ ligados à Al-Qaida, a Minusma tem cerca de 12.500 militares e polícias, sendo atualmente a missão de manutenção da paz das Nações Unidas com mais vítimas.

De acordo com o balanço feito em abril no ano passado, cerca de 160 capacetes azuis já tinham morrido no país, tendo 102 das mortes sido causadas por atos hostis, constituindo mais de metade dos soldados das Nações Unidas mortos durante este período em todo o mundo.

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