Nuno Fernandes Thomaz morreu "esta madrugada, por volta da 01:30", por "consequência da covid-19", referiu a mesma fonte.

Fernandes Thomaz tinha 77 anos.

Foi primeiro vice-presidente do CDS-PP na década de 1990, durante a liderança de Manuel Monteiro.

Era presidente do Conselho de Administração da Fundação Alfredo de Sousa para o mandato 2018/2020, entidade ligada à Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (Nova SBE) e foi também presidente do Conselho daquela faculdade.

O presidente do CDS-PP já lamentou a morte do antigo vice-presidente do partido e recordou-o como "um fiel intérprete da direita social e popular" e um "generoso protagonista das suas causas".

"O CDS lamenta profundamente a morte de Nuno Fernandes Thomaz", lê-se numa nota enviada à comunicação social, na qual a direção do CDS-PP "endereça o seu pesar e presta uma sentida homenagem" a "todos os que com ele tiveram o privilegio de trabalhar, aos seus companheiros de partido e, em especial, à sua família".

O líder centrista salienta que "para além da sua diversificada participação cívica e da fidelidade à matriz democrata-cristã com que exerceu as diversas funções de topo a que foi chamado na sua vida profissional, Nuno Fernandes Thomaz foi um ativo dirigente nacional do CDS e um generoso protagonista das suas causas".

"O partido guarda dele a memória de um homem intransigente na defesa dos seus valores mas extremamente cordato e gentil na forma como se impunha, e recorda-o como um fiel intérprete da direita social e popular que, ainda hoje, queremos representar", realça igualmente Francisco Rodrigues dos Santos.

Nuno Fernandes Thomaz - pai do ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos e presidente da Centromarca, Nuno Maria Fernandes Thomaz - integrou a administração dos CTT e foi também administrador da Nutrinveste, além de vice-presidente do Fórum para a Competitividade.

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