O motim no presídio El Turi, na cidade andina de Cuenca, no sul do país, deixou "12 mortos identificados" e "10 feridos atendidos nas brigadas móveis" localizadas fora do presídio, informou a Presidência.

Cerca de 90 reclusos foram retirados do centro penitenciário, acrescentou a pasta.

O ministro do Interior, Patricio Carrillo, disse numa conferência de imprensa que a situação "ainda não está controlada" na penitenciária, para a qual foram mobilizados cerca de 800 agentes da polícia e das Forças Armadas.

Os confrontos começaram por volta das 01h30 (07h30 de Lisboa) no pavilhão de segurança máxima. Ao meio-dia (20h00 em Lisboa) ainda era possível ver prisioneiros e agentes nos telhados da prisão.

Carrillo assegurou que o confronto ocorreu porque "há uma organização que quer ter poder absoluto dentro do centro" e "há algumas células que se rebelaram".

Nas 65 prisões do Equador, com capacidade para cerca de 30.000 pessoas, há cerca de 39.000 presos (30% de superpopulação), dos quais 15.000 estão sem sentença.

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