François Hollande

Falando em "monstruosidade", o presidente francês, François Hollande, criticou "um ataque, cujo caráter terrorista não pode ser negado”. "É toda a França que está sob a ameaça do terrorismo islâmico", acrescentou. Além disso, o responsável francês ofereceu condolências às vítimas e respetivas famílias. 

Manuel Valls

No Twitter, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, fala em "imensa dor”, e acrescenta que “o país está em luto. Os franceses vão enfrentar”, garantiu.

Barack Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou "duramente o que parece ser um horrível ataque terrorista em Nice, que matou e feriu dezenas de civis inocentes".

"Somos solidários com França, o nosso mais antigo aliado, no momento em que enfrenta este ataque", disse Obama em comunicado, oferecendo a ajuda dos EUA na investigação para determinar os responsáveis por esta tragédia.

"No Dia da Bastilha somos lembrados da extraordinária resiliência e dos valores democráticos que fizeram da França uma inspiração para o mundo inteiro", acrescentou.

John Kerry

O secretário de Estado americano, John Kerry, que assistiu mais cedo ao desfile do 14 de Julho em Paris, criticou um "ataque terrível (...) contra pessoas inocentes durante um dia que celebra a liberdade, a igualdade e a fraternidade”.

Angela Merkel

A chefe do governo alemão, Angela Merkel, expressou hoje solidariedade para com França. "A Alemanha está ao lado da França na luta contra o terrorismo", afirmou, na Mongólia, à margem da cimeira Europa-Ásia (ASEM), sublinhando: "As palavras são insuficientes para dizer aquilo que nos une aos nossos amigos franceses”. A chanceler referiu ainda a "estupefação" com que recebeu a notícia do atentado.

Theresa May

A primeira-ministra britânica, Theresa May, foi informada sobre esse "terrível incidente", informou um porta-voz de Downing Street. "Estamos chocados e preocupados. Os nossos pensamentos estão com aqueles", afirmou. "Estamos prontos para ajudar qualquer cidadão britânico e para apoiar os nossos parceiros franceses", acrescentou o gabinete.

Justin Trudeau

Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, diz que o país está em choque. “Os canadianos estão chocados com o ataque de hoje à noite em Nice. Os nossos sentimentos estão com as vítimas, e a nossa solidariedade, com o povo francês", escreveu na rede social Twitter.

Donald Trump

O candidato republicano, Donald Trump, também reagiu. "Mais um terrível ataque, desta vez, em Nice, França. Muitos mortos e feridos. Quando vamos aprender? Está apenas a ficar pior", afirmou.

Além disso, em virtude do atentado, o magnata nova-iorquino cancelou o evento programado para esta sexta, 15 de Julho, onde deveria anunciar quem será no seu braço direito na corrida à Casa Branca.

Pierre Moscovici

O comissário europeu de Negócios Económicos, o francês Pierre Moscovici, publicou no seu Twitter: "O horror voltou a atingir a França, no 14 de julho. Pensamentos emocionados e revoltados pelas vítimas de #Nice”.

Marcelo Rebelo de Sousa

Na mensagem enviada ao Presidente francês, a que a Lusa teve acesso, o chefe de Estado português afirma que "foi com grande consternação" que recebeu a notícia "do hediondo atentado ocorrido esta noite em Nice, que teve lugar, para mais, num dia tão especial para França" - o feriado nacional em que se evoca a Tomada da Bastilha, que marcou o início da Revolução Francesa, em 1789.

"Os meus pensamentos estão com as dezenas de vítimas e com os seus familiares, com todos os franceses, em solidariedade fraterna neste momento de dor e de angústia. Em meu nome e no de todos os Portugueses, envio as mais sentidas condolências ao Presidente François Hollande e a todo o povo francês", acrescenta Marcelo Rebelo de Sousa.

António Costa

Num comunicado do Governo português, assinado pelo primeiro-ministro, António Costa, o executivo "repudia e condena veementemente este atentado que, mais uma vez, ataca a França e todos os europeus".

"Lamentamos as vítimas e manifestamos total solidariedade para com França e os franceses nesta luta contra o terrorismo. A embaixada e consulados portugueses estão a trabalhar com autoridades francesas e disponíveis para ajudar todos os que necessitem", refere-se no mesmo comunicado.

Nesta nota salienta-se também que "Portugal sofre com a França neste dia 14 de julho, dia nacional da França". "Todos partilhamos os seus valores: Liberdade, igualdade, fraternidade", acrescenta-se.

Donald Tusk

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse que este é um "dia triste para a França, para a Europa". O responsável salientou ainda o quão trágico é que "as vítimas do ataque fossem pessoas que celebravam a liberdade, igualdade e fraternidade”.

Mariano Rajoy

Foi também no Twitter que o presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy, apresentou hoje as suas condolências ao povo francês. pelo "atentado execrável" em Nice.

Papa Francisco

O papa Francisco expressou hoje a sua "solidariedade com o sofrimento das vítimas e de todo o povo francês”, segundo a rádio Vaticano."Condenamos da forma mais absoluta todas as manifestações de loucura homicida, de ódio, de terrorismo, de ataque à paz", acrescentou a emissora.

Michel Temer

O presidente interino do Brasil, Michel Temer, disse que o "povo francês foi vítima da mais injustificada intolerância neste 14 de julho”. "É abjeta e ultrajante a ação perpetrada contra inocentes que celebravam os mais elevados valores universais: a liberdade dos povos; a igualdade entre os cidadãos e a fraternidade como elemento das relações entre seres humanos”, salientou. "O Brasil se une a todos que desejam e lutam pela paz e harmonia no mundo. Estamos juntos contra a intolerância e a barbárie", concluiu.

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff, afastada da presidência brasileira, publicou no Twitter que "é com pesar que o mundo assiste, mais uma vez, a um atentado em França, justamente na comemoração da Tomada da Bastilha”. "Não nos podemos deixar amedrontar, nem abater. O povo francês saberá superar mais esta tragédia".

ONU

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou firmemente o "ataque terrorista bárbaro e cobarde" que teve lugar em Nice, durante as comemorações do 14 de julho. "Todo ato de terrorismo é criminoso e injustificável", assinalou o Conselho, destacando a necessidade de se combater a ameaça terrorista "com todos os meios" dentro do respeito ao direito internacional.

Vladimir Putin

"A Rússia está solidária com o povo de França neste dia difícil", escreveu o Presidente russo num telegrama para o seu homólogo francês, François Hollande, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. "Partilhamos completamente a dor pelas mortes de um grande número de pessoas, possivelmente incluindo crianças", acrescentou.

No telegrama, Putin disse que o atentado de quinta-feira à noite, que qualificou como "particularmente cruel", mostra "que o terrorismo ignora absolutamente o que é a moral humana". "A vitória contra este 'mal monstruoso' necessita da união das forças da humanidade civilizada", afirmou.

O político sublinhou a necessidade de "erradicar ou neutralizar os militantes e os seus ideólogos onde quer que se escondam" e afirmou que "a Rússia está pronta para uma cooperação estreita com a França e outros parceiros internacionais em todas as áreas da luta contra o terrorismo". O chefe de Estado apresentou ainda as suas condolências às famílias das vítimas deste "ato terrorista bárbaro".

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