No documento a PGR explica que foram feitas buscas a três domicílios, a um escritório de advogado e às instalações de quatro sociedades, em Lisboa, Porto e Torres Vedras.

No comunicado esclarece-se que correm termos no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) sete inquéritos autónomos e 220 inquéritos apensos a um dos primeiros, todos relacionados com o denominado “Universo Espírito Santo”.

Os inquéritos apensos, adianta-se, respeitam a queixas apresentadas por pessoas que se consideram lesadas pela atividade desenvolvida pelo BES e pelo GES.

“Em causa estão suspeitas da prática de crimes burla qualificada, falsificação de documento, falsidade informática, fraude fiscal, infidelidade, abuso de confiança, branqueamento e corrupção no setor privado”, diz a PGR.

A Procuradoria lembra ainda no comunicado que as investigações estão a cargo de sete magistrados do Ministério Público do DCIAP e que está ainda constituída uma equipa multidisciplinar de seis magistrados de outras jurisdições.

Esta equipa intervém apenas em questões específicas, relacionadas designadamente com o arresto de bens/recuperação de ativos, questões cíveis e de insolvência.

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