Esta posição foi transmitida por José Luís Carneiro, em conferência de imprensa, depois de ter estado reunido por videoconferência com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sobre a renovação do estado de emergência por novo período de 15 dias, a partir de 01 de abril.

Interrogado se o estado de emergência em Portugal vai prolongar-se até maio, o "número dois" da direção do PS referiu que, da conversa com o Presidente da República, foi possível saber-se que "haverá uma reunião do Infarmed".

"Será no decurso da reunião do Infarmed com os epidemiologistas que haverá nova decisão relativamente ao que fazer. Portanto, as decisões que estamos a tomar exigem uma permanente reavaliação, ponderação dos indicadores e, em consequência, um conjunto de medidas em conformidade com esses mesmos indicadores", justificou.

Perante os jornalistas, José Luís Carneiro afirmou que o PS voltou a manifestar ao chefe de Estado o seu apoio à renovação do estado de emergência por mais 15 dias, a partir de 01 de abril, apesar de os indicadores do país na contenção da covid-19 serem "positivos".

"Há uma redução do número de casos, do recurso aos cuidados intensivos e dos internamentos hospitalares. E o processo de vacinação está a decorrer como previsto. Até ao final do mês, teremos cerca de um milhão de portugueses com a primeira toma e meio milhão já com a segunda toma", apontou.

No entanto, de acordo com o secretário-geral adjunto do PS, o esforço "tem de continuar, porque há riscos".

"Em primeiro lugar, o índice de transmissão tem vindo a aumentar à medida que se processa o desconfinamento, tendo alcançado 0,9 esta semana. Em segundo lugar, a variante inglesa está já em cerca de 80% dos casos conhecidos em Portugal", acrescentou.

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