"O meu nome é Sarah McBride, e sou uma orgulhosa americana transgénero", disse a activista, provocando uma grande ovação no Wells Fargo Center, em Filadélfia, onde Hillary deverá aceitar formalmente, neste último dia de convenção, a candidatura à Presidência pelo Partido Democrata.

Segundo McBride, Hillary Clinton "entende a urgência da nossa luta" e, por essa razão, na Casa Branca "lutará a favor de uma lei sobre a igualdade para combater a violência contra mulheres e para terminar com a epidemia de HIV de uma vez por todas".

A situação das pessoas transgénero tornou-se um assunto de discussão de alcance nacional depois de um tribunal de segunda instância ter reconhecido que este grupo também está protegido pelas normas que combatem a discriminação por questões de género. No meio desta discussão nacional, o Pentágono anunciou a anulação das normas que vetavam o acesso de pessoas transgénero às Forças Armadas americanas.

"Ainda resta muito a fazer. Nos Estados Unidos, as pessoas LGBT ainda são objecto de um ódio que sobrevive em muitos corações e em muitas leis", disse McBride. Há uma semana, Caitlyn Jenner, um dos nomes mais conhecidos na comunidade transgénero nos Estados Unidos, expressou o seu apoio ao candidato republicano à presidência, Donald Trump. O anúncio foi feito em um acto paralelo à Convenção Nacional do partido, não na reunião principal. 

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