“É com consternação que eu e a família real fomos informados sobre o ataque, esta tarde, em Estocolmo. O contexto e a dimensão total do acidente ainda não são conhecidos. Estamos a acompanhar de perto os desenvolvimentos, mas os nossos pensamentos estão com as vítimas e com as suas famílias”. Foi assim que, no Facebook, o Rei Carlos Gustavo reagiu ao ataque de Estocolmo, em nome da família real sueca.

Stefan Löfven, Primeiro-ministro sueco, utilizou o Twitter para confirmar que "a Suécia foi atacada" e que "tudo indica que se trata de um ato terrorista", terminando por pedir às pessoas que "permaneçam vigilantes" e que sigam "as indicações da polícia".

Por cá, António Costa também já reagiu, na sua conta oficial de Twitter.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, expressou que durante este momento é tempo de demonstrar união entre os membros da UE. “Estaremos unidos em solidariedade para com o povo sueco. Um ataque a qualquer um dos nossos Estados-Membros é um ataque a todos nós”, escreveu no Twitter.

Carl Bildt, primeiro-ministro sueco entre 1991 e 1994, classificou os acontecimentos deste início de tarde no centro de Estocolmo como um ataque terrorista e que roubar um veículo e avançar contra uma multidão parece ser o "mais recente método terrorista", lembrando os acontecimentos de Berlim e Londres.

O Primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, disse no Twitter que a "Índia está firmemente com o povo da Suécia nesta hora de luto".

Boris Johnson, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, reagiu também no Twitter mostrando-se "preocupado" e "chocado" com os acontecimentos de Estocolmo.

"O meu coração está em Estocolmo nesta tarde. Os meus pensamentos estão com as vítimas do ataque terrível de hoje e com as suas famílias e amigos", foram as palavras de Donald Tusk, Presidente do Conselho Europeu.

Juha Sipilä, Primeiro-ministro finlandês, evidenciou as "notícias terríveis" vindas de Estocolmo e que os pensamentos dos finlandeses estão com os seus "vizinhos e amigos na Suécia".

Entretanto, também através desta rede social, o antigo presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz disse estar "chocado com o ataque em Estocolmo. Os meus pensamentos estão com as vítimas e as suas famílias. O terror nunca vencerá", escreveu.

“Terríveis notícias vindas de Estocolmo. O meu coração e as minhas simpatias vão para aqueles que foram afetados. Estamos com o povo sueco na sua dor”, escreveu Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu uma Europa unida na luta contra o terrorismo. “A Europa infelizmente tem vivido como um fenómeno quase quotidiano este tipo de acontecimentos. Por isso é que é importante uma posição comum perante o terrorismo, se for esse o caso, sem nunca perder os valores fundamentais da Europa, que é uma Europa democrática, de respeito pelos direitos humanos”, disse o chefe de Estado português.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, considerou o atentado em Estocolmo como "um ato bárbaro" e adiantou que a embaixada portuguesa não tem informação que permita dizer que há cidadãos nacionais vitimados.

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