“O povo africano não pode ser responsabilizado pelo nível imoralmente baixo das vacinas disponíveis em África, e não deve ser penalizado por ter identificado e partilhado as informações científicas e sanitárias essenciais com o mundo”, disse Guterres, citado num comunicado pela agência francesa de notícias, a AFP.

Em causa estão a proibição às viagens oriundas da África Austral, que vários países já tomaram para tentar conter a propagação da nova variante do vírus que causou a pandemia de Covid-19.

Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.

O recente surto na África do Sul tem atingido mais as pessoas com idades entre os 20 e os 30 anos e os médicos enfatizam que os sintomas da covid-19 são frequentemente ligeiros nesse grupo etário.

A covid-19 provocou pelo menos 5.197.718 mortos mortes em todo o mundo, entre mais de 260,81 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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